Metamorfoses, Exposição de Zefrino Chilaule

“O lixo, não é lixo é luxo”

Aos treze anos de idade, Zefrino embarcou num navio sem volta no mundo das artes plásticas. Tendo como ídolo o seu avó e mestre Nafital Langa, que para Zefrino é um grande escultor que deixou o seu legado com muito orgulho ao seu descendente. A partir dos reciclados, por vezes apoiados pelo Vulcano,  Zefrino faz obras plásticas com mensagens fortes e com temas diversificados. O inútil dos objectos populacional é o útil para este artista que olha como uma inovação metamorfósico para as panelas furadas, as peles de cabritos mortos, cornos de bois,  e muitos outros utensílios que podem servir para várias criações.

O centro cultural Franco Moçambicano criou uma exposição para divulgação e venda das obras deste escultor e artista plástico, onde a valor das suas obras variavam dos quinze mil meticais aos duzentos e cinquenta mil meticais por obra. Cada obra tinha um tema interessante “Cabrito Mora onde está amarado, Xibamo makatlene, Bailarino da selva I-VI entre outros”

O lixo, nao é lixo é luxo

O público que lá esteve maravilhou-se com as trinta e nove obras que lhe foi exposta e deu força ao artista para criar mais.

“No meu ponto de vista, o Zefrino remonta-nos as antiguidades com as suas excelentes obras de arte e cada tema aqui apresentado deixam-nos a reflectir. Tecnicamente, ele mostra a qualidade e os músculos da antiguidade. Acho a exposição muito boa e espero no futuro próximo surpresas do Zefrino, pois actualmente os artistas tem vários temas por abordar, isso porque temos desestabilidade politica. Enquanto o país tem conflitos políticos, os temas dos artistas sobem. A queda política é a subida dos Artistas. (Edmundo Nhantumbo)

O lixo, nao é lixo é luxo

A exposição encerrou com fotos e felicitações do público ao Artista plástico e sua família que se fazia presente para apoia-lo.

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