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Conferência Nacional da Cultura para 2017

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E já está em preparação. Recentemente decorreu em Maputo uma mesa redonda onde uma elite cultural moçambicana discutiu aspectos importantes para o evento de 2017. Muitos aspectos devem ser tema da conferência, passando do próprio conceito de cultura e sua relação com a arte e dai a definição clara de mecanismos de apoio a arte. É importante balizar cultura e arte para uma clara orientação de politicas, apoios e financiamentos.

Contudo a preparação da conferência peca por ser elitizada. A realização da mesa redonda foi quase que secreta. A falta de abragência na discussão de problemas pode contribuir para eternizar a marginalização das artes.

Luka Mucavel Apadrinha Festival de música tradicional

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A influência da globalização dilui as culturas, sobretudo as recessivas como a nossa. É dai que o musicólogo Luka Mucavel decidiu apadrinhar uma iniciativa de jovens entusiastas da música tradicional para um festival que teve lugar no dia 25 de Junho corrente na Associacão dos músicos. O evento foi acompanhado de actividades como iniciação à pintura para crianças, workshop de música tradicional e culinária. O evento foi uma primeira iniciativa para colocar a musica tradicional no mercado

Calane da Silva Desabafa com Samurai Moçambicano

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Foi amplamente divulgado o infortúnio do escritor Calane da Silva. Depois de terminar duas obras didácticas e um romance, quando preparava-se para entregá-las a um editor, eis que um ladrão alivia-lhe das obras! E como o homem não deve viver de lamentações, o renomado escritor descobriu uma nova história com a qual está empolgado para contar ao público. A história do Samurai moçambicano no Japão por volta do sec. XV. Calane considera este homem de heroi ao passar de uma situação de escravo para um Samurai, homens de grande prestígio na sociedade japonesa da época. É esta história que vai fazendo secar as lágrimas do autor de ˵”Xicandarinha na lenha do mundo”.

Mia Couto inaugura trilogia

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“Mulheres de Cinza”

Depois de quase dois meses longe de tudo e de todos, algures na Itália, eis o resultado: “Mulheres de cinza”. O mais recente romance é o primeiro volume da trilogia “As Areias do Imperador”, da autoria de Mia Couto. O livro é lançado, hoje, na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo.

Esta trilogia aborda os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano: Ngungunhane.

A opção pela trilogia resulta do facto da viagem ser longa. Começa em terra, neste primeiro volume. Depois segue rio adentro, no segundo volume e termina no mar. Na verdade essa é a viagem que a personagem principal irá levar, saindo da sua terra – Zavala – até outros quadrantes.

Inicialmente, Couto queria que fosse uma única obra, mas cedo se apercebeu que resultaria num livro de muitas páginas, dai a ideia de ramificá-lo em três partes.