“Recentemente teve o festival Poetas d´alma, denominado poesia de combate.” Todos os meses, a poesia invade o Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM) e Centro Cultural Moçambicano-Alemão (CCMA). Poetas de diversos cantos do mundo reúnem-se para expressar o poder d´alma. Este projecto é levado acabo pelo Feling Capela. Com o seu gosto pela poesia, reúne vários poetas da França, África de sul, Brasil, Itália, Alemanha entre outros para trocarem experiências, para mostrarem como é a arte de composição poética nas suas línguas e as. Continue reading

A produção brasileira Os 10 Mandamentos teve sua estreia em Moçambique no passado dia 14 de Novembro. Foram anunciados a venda de 55 mil bilhetes para as primeiras sessões em todo país, e prevê-se que a temporada dure 30 dias. Isto é de facto um sucesso. Mas se comparado com a produção da primeira longa metragem moçambicana fica muito atrás. Afinal, O tempo dos Leopardos foi a Terceira Maior Empresa de Moçambique em 1984! A revelação é de Camilo de Sousa, co-realizador do filme. A longa metragem só ficou atrás da fábrica de cervejas e. Continue reading

“É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar”. Este é um verso de um típico poema de imigração cantado pela saudosa Cesária Évora. Afinal imigrar significa amor a pátria mãe, mas ao mesmo tempo olhar criticamente ao lugar de pertença e tornar culturas vasos comunicantes. É assim que sábado dia 28 de Outubro o jardim do INAM – Instituto Nacional de Metereologia foi espaço de encontro de imigrantes em Moçambique. O evento leva o nome de Festival FICA. Ainda está na sua primeira edição, sendo uma iniciativa de um grupo de. Continue reading

Acreditava naquela história do homem que nunca chora. Eu julgava-me um homem. Na adolescência meus filmes de aventuras punham-me muito longe de ser cobarde na arrogante criancice do herói de ferro. Agora tremo. E agora choro. Como um homem treme. Como chora um. Continue reading

Eles trabalharam juntos na construção da imagem do filme Enviado Especial, de Naline de Sousa, recentemente estreado na cidade de Maputo, depois de 4 anos de trabalho. E porque o filme foi rodado em Moçambique e Goa os dois artistas da imagem decidiram trocar os seus olhares através de suas lentes para cada um fotografar o espaço do outro. O Goês, John Lino, usou o seu olhar para fotografar Moçambique, e Emídio Josine usou o seu para fotografar Goa. O resultado disso é uma exposição no CCFM – Centro Cultural Franco-Moçambicano, sob. Continue reading