Para António Sarmento Funeral é Terapia, é Performance!

Perdemos alguém e sentimos profundamente a perda. Lamentamos e choramos pelo vazio que nos resta. Nossos familiares, amigos e vizinhos consolam-nos. Fazem-nos companhia, cantam, rezam, exibem símbolos e vestes. Cumprem com uma série de actividades próprias de uma situação de morte. Na verdade estão a cumprir um cerimonial de terapia e performance conforme o artigo de António Sarmento! Ele que é docente universitário. Viveu situações de perda de pessoas próximas a si entre os anos 2000 e 2013. Esta amarga experiência levou-o a olhar para o funeral de forma científica na sua área de formação, teatro.

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